Todo vazio no meu peito
Predicado sem sujeito
E sujeito sem paixão
Não há amor no vagão
Do metrô superlotado
No ônibus desativado
Da cidade esburacada
Borboleta encontrada
No estômago nenhuma
Não há lógica alguma
Sem que esteja apaixonada
Amar demais não é crime
Amor de menos oprime
A beleza de ser vista
A magia do alquimista
O encanto boêmio dos bares
Faço reza nos altares
Para o amor me tomar
Mas quem deveria achar
Perdido amor não sou eu?
Pobre coração ateu
Tão cansado de esperar
Pablo Vinícius de Oliveira17/04/2023
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