Parem as televisões
A fábrica e seus patrões
Os aviões e seus estados
Parem os homens armados
E todos os seus conflitos
Diga a ela que eu fico
Para nunca mais ir embora
Nada do que há lá fora
É tão bom quanto aqui dentro
A vida agora é um vento
De amor a toda hora
A fábrica e seus patrões
Os aviões e seus estados
Parem os homens armados
E todos os seus conflitos
Diga a ela que eu fico
Para nunca mais ir embora
Nada do que há lá fora
É tão bom quanto aqui dentro
A vida agora é um vento
De amor a toda hora
Que rufem os tambores
E a vida tenha as cores
Mais belas que existem
E que os homens conquistem
Tudo que sempre buscaram
As flores não mais murcharam
Desde que eu a encontrei
E confesso presenciei
Cada dia coisas mais belas
Pois estar ao lado dela
É tudo que sempre sonhei.
12 de maio
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